domingo, janeiro 09, 2011

Tema

Então, tudo bem? Ainda bem.
O tema do próximo post envolve o objecto seguinte:

Sim, é um microondas. O tema do próximo post envolve um microondas.
Podia escrevê-lo já mas 2011 não começou da forma mais energética possivel, pelo que primeiro lanço um teaser e depois é que lanço o texto... porque dá-me mais tempo para o escrever.
De resto não será melhor por isso. Posso tentar, mas não acredito.

Mas está mesmo tudo bem com vocês? De certeza?
Olhem que não foi isso que a Mónica me contou, mas vocês é que sabem.

domingo, janeiro 02, 2011

Um Feliz (ou Bom) 2011

2010 foi-se com 97 posts.
Foi, provavelmente, a vez que estive mais perto de não ir a lugar nenhum... mas é uma cifra bonita.
Ímpar, mas bonita.

Para 2011 desejo um bom ano, porque assim tem de ser.
Podia desejar outras coisas, mas agora ficamos com um bom ano.
Se bem que as outras coisas contribuem significativamente para o aumento da qualidade de vida e, consequentemente, da felicidade... mas comecemos agora pelo bom ano. É mais simples.

Um bom ano pessoal!

sexta-feira, dezembro 31, 2010

Vidente em saldos

- Diz-me com quem andas e eu dir-te-ei quem anda contigo...
- Só isso?
- Deste-me 15 euros. Agora francamente, diz-me, estavas à espera de mais?!

quarta-feira, dezembro 29, 2010

Elogio sem certezas

"Olhe, deixe-me dizer-lhe uma coisa... eu estava lá atrás - mais ou menos para ali - e aquilo que eu vi - que em principio vi bem - foi - julgo eu - de uma beleza tão grande - pareceu-me - que tive mesmo de vir aqui - quer dizer, não tive, mas quis vir - dizer-lhe qualquer coisa! Eu nem sei! Continue a fazer isso que estava a fazer... da maneira que estava a fazer! Ok? Obrigado!"

sexta-feira, dezembro 24, 2010

Natal

Queria começar por desejar um Feliz Natal.
Queria começar, mas também terminar a desejar um Feliz Natal porque as ultimas coisas a serem ditas são aquelas que as pessoas mais facilmente retêm e num post criado dia 24 de Dezembro é coisinha que faz sentido.
Não uma mesa farta, não muitos presentes. Apenas um Feliz Natal.
Ou então um Bom Natal... porque também há quem deseje apenas Bons Natais.
Há quem deseje mas - principalmente - há quem apenas queira receber Bons Natais. Porque se enquadram melhor, é óbvio que se enquadram melhor...um Bom Natal enquadra-se melhor na frase "Um Bom Natal e um Feliz Ano Novo" do que um Feliz Natal... porque os anos querem-se é felizes. Pode querer-se que os anos sejam bons mas se forem felizes depreende-se com facilidade que foram também bons.
Daí os Bons Natais. Daí haver quem apenas receba Bons Natais e rejeite completamente os Felizes Natais.
"Ah e tal, duas coisas felizes na mesma frase não que fica mal... Feliz Natal e Feliz Ano Novo não!"
Sabem o que vos digo?
Tenham um... que este seja um... epá,

Viva o Natal!
Tenham um em grande!
Este!

sábado, dezembro 18, 2010

Rua Sésamo, Largo do Rato

A Rua Sésamo tinha uma rúbrica que dizia "o que é que não pertence aqui?" e eu acertava sempre:
- Se a imagem tinha 3 instrumentos musicais e uma tarte de limão, era a tarte de limão. Se a imagem tinha 3 figuras geométricas e um cãozinho, era o cãozinho. Se a imagem tinha 3 animais e o Carlos Castro, era o Carlos Castro... embora esta fosse mais fácil, já que ele não pertence mesmo a lado nenhum.

Um pouco à semelhança do que a Aldiniz quer fazer no Largo do Rato:


E mesmo ao lado de um prémio Valmor. E de um chafariz do aqueduto.
A Aldiniz, que se diz ser uma sociedade de gestão imobiliária, até retira o pedido de indeminização de 18 milhões de euros que interpôs em 2009 contra cada um dos vereadores que votaram "não" e não permitiram a construção do mamarracho se agora, no 3º ou 4º deferimento de licença de construção, ela for aprovada.
Gente simpática é outra coisa...

Quase parece chantagem, não parece?
Quem tem bom gosto ou a minima noção de bom senso só tem de ficar de fora.
E é por isso que a Aldiniz é uma poia fumegante.

quarta-feira, dezembro 15, 2010

15 de Dezembro

Os ultimos 10 anos foram muito bons.
E é engraçado resumi-los assim, porque de certa forma é como se me transformasse num caterpillar que terraplana tudo - os altos e os baixos - à mesma cota, para os tornar todos "muito bons"... Não.
Viajar sozinho de comboio, andar à pendura de eléctrico, conduzir pela primeira vez, dizer pela 1ªvez "amo-te" com real noção do que isso é - entre muitas outras coisas - tudo isso foi possivel porque há 10 anos recebi 4 litros de sangue.
Deram-me 4 litros de sangue.
Bem sei que não parece ser grande presente, acredito até ser dificil de embrulhar... mas estou cá e vivi o que vivi graças a 4 litros de sangue.
E tudo o que não fiz ou não correu tão bem não perde significado, fica simplesmente ofuscado por todos os que conheci e por tudo o que de bom aconteceu.
Conheci pessoas espectaculares nos ultimos 10 anos.

Os ultimos 10 anos foram muito bons, foram.
Obrigado.

terça-feira, dezembro 14, 2010

Açúcar vai voltar às prateleiras

"A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição justifica a rotura dos stocks de açúcar com o facto de André Santos ter tomado, no passado fim-de-semana, mais um café que o normal".

domingo, dezembro 12, 2010

Reetone


"Faz tudo parecer tão fácil..." por Nuno Ramos =)
(De qualquer forma este tema continua a ser um case study...)

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Última hora

Investigadores da Universidade de Aveiro confirmaram hoje que - de facto - "o amanhã vem depois e não no fim", facto completamente diferente do considerado correcto até então, de que o amanhã viria depois mas práticamente ao mesmo tempo que o fim.


As investigações terão sido iniciadas pela universidade após André Sardet ter composto o tema musical "Quando te falei em amor", em 1998, onde o cantor levantou "sérias e consideráveis duvidas acerca do amanhã" que se extenderam por 12 anos de pesquisa e intensos testes laboratoriais que culminaram no anúncio desta noite.

Aguardam-se para breve declarações da comunidade científica portuguesa e de André Sardet, que embora se tenha mostrado indisponível para comentar o sucedido escreveu na sua página do Facebook não fazer a minima ideia de que aquilo que escrevia era minimamente levado a sério, agradecendo contudo todas as mensagens de apoio que lhe têm sido dirigidas.