quinta-feira, maio 03, 2012

Utentes reclamam falta de emoção

A ideia era superar a emoção criada pelo grupo Jerónimo Martins no 1º dia de Maio, mas tal não terá acontecido.

Pelo menos foi essa a opinião de quem se encontrava na Estação de Caxias hoje, pelas 14H, e teve oportunidade de ver e participar naquela que foi a primeira Flash Mob organizada pela CP - Comboios de Portugal, com vista a divulgar e incentivar o uso dos transportes públicos.

A iniciativa, que pretendia ser um evento verdadeiramente espectacular - como na verdade o são, todas as grandes colisões entre material ferroviário, com origem em falha humana ou técnica - durou pouco mais de 3 horas e provocou apenas 33 feridos ligeiros.


"Nem os prejuízos materiais foram elevados", desabafou Alímpio Silva, director da operação, que esperava francamente mais chapa retorcida. "Estavam 8 viaturas de desencarceramento na Gibalta prontas para entrar em acção, com os macacos pneumáticos e as tesouras, e afinal os comboios conseguiram sair daqui pelos próprios meios, eu não percebo". 

Indignados estavam também alguns dos utentes que viajavam na composição que se encontrava parada na estação e que foi abalroada. Para Carlos Matoso, residente em Ourém mas amante de uma senhora casada a viver actualmente em Carcavelos com dois dos seus quatro filhos e três caniches, a situação é insustentável. "Anda o Estado a desinvestir nisto tudo, anda o material todo preso por arames, para me chegar aqui este maricas e nem conseguir bater nisto como deve ser. Mais valia estarem quietos!".

"É gritante a falta de vontade em fazer melhor. Como vê, ainda tenho as duas pernas, ou dois braços. Se contar, ainda tenho 20 dedos. Não estou queimada, não estou desfigurada, não fiquei desmembrada nem tão pouco arrasada psicologicamente. Podia ter sido mais emocionante, estavam reunidas todas as condições para o ser, mas falharam. Podiam ter feito muito melhor", rematou Joana Silva, revoltada com a baixa velocidade a que ocorreu a colisão.

A CP informou estar já a tratar do assunto, com vista a melhorar futuras iniciativas.




quarta-feira, abril 25, 2012

Doce 25 de Abril


A primeira imagem mental que tenho sempre que se fala do homem que bloqueou a Rua do Arsenal com artilharia e que quase matou Salgueiro Maia, a 25 de Abril de 1974: 
- o Brigadeiro Junqueira dos Reis.




Yeah, tough guy!

Viva Portugal!

sábado, abril 21, 2012

Do acto* de "anhar"

Do homem que nunca se enganava e que raramente tinha dúvidas ficámos mesmo com o quê?
Alguém sabe? Alguém?



* E sim, leva a porra de um C!
(É que nem com isso ficámos! F...!)


domingo, abril 15, 2012

Sexta-feira 13: check!!

Fomos, fizemos o que tínhamos a fazer e mandámos abaixo umas quantas... até com os cotovelos, pela mesa, um desperdício...
Mas correu bem!


E muito obrigado a todos, sabem quem são :)
Um agradecimento especial ao Artur, principalmente pela paciência: Não-te digo que "estás cá dentro" porque isso é assustador, tu compreendes... se ficar famoso, Artur, se ficar famoso, um dia, ajustamos contas! ;)

domingo, abril 08, 2012

«Importante: não traduzir»

Alguém devia avisar o canal Discovery - explicar-lhes, não sei - que uma coisa é traduzir programas onde bimbos fazem motos, procuram ouro, constroem pontes, máquinas, arranha-ceus, etc, vão a leilões de arrecadações, falam da 2ª Guerra Mundial, da 1ª Guerra Mundial, falam da Guerra Fria, das Malvinas, do Vietname, da Coreia, etc, classificam aviões, classificam tanques, classificam motas, classificam classificações, mostram como se faz panelas, mostram como se fazem paineis de gesso, falam de insecticidas, de ADN, de ácidos ribonucleares, de vigas de aço, de pneus, de sofás, de comboios, de lâmpadas...

...e outra, completamente diferente, é traduzir um programa que tem, como argumento fundamental de existir, a voz do Morgan Freeman.


Não se traduz o Morgan Freeman. No máximo legenda-se o Morgan Freeman, traduzir nunca!
Mas o que é que esta malta anda a fazer!? O quê!?!

quarta-feira, abril 04, 2012

Imprecisões e falácias

Se eu dissesse que, não poucas vezes, fico estúpido com o que oiço, estaria a incorrer em diversas imprecisões e em uma ou duas falácias.

Primeiro porque, para além de falar, o ser humano tem todo um outro espectro de acções, o que lhe permite não só transmitir como também provocar um sem numero de sentimentos e sensações nos que o rodeiam. Em segundo, a minha capacidade de ficar estúpido não poderia (de forma alguma) resumir-se apenas à audição, sob pena de o não conseguir fazer através de um qualquer dos restantes sentidos, hipótese que - para além de injusta - padece de um mal que a inviabiliza à partida, não devido à minha espectacularidade como ser que estupidifica de diversas maneiras, mas porque são infinitas as formas, os motivos e as causas que possibilitam a estupidificação de um individuo.

Porém - e no que toca à minha pessoa - nada disto faz sentido. Há muito que terei ficado permanentemente estúpido.
É, aliás, bastante gratificante. Daqui não se passa.

terça-feira, abril 03, 2012

A quente ou a argolas

Depois da acusação do PS, de que Passos Coelho não teria estudado o dossier do TGV, o Primeiro Ministro emitiu um comunicado onde afirma que não só o examinou minuciosamente, como também se interrogou se o mesmo não teria ficado com melhor apresentação encadernado a quente ou a argolas. Azuis.


O PS reagiu, num comunicado de 327 páginas - e 2 anexos, um deles com varias receitas de frango assado do Happy Grill -, confirmando que, de facto, o azul teria combinado muito melhor, não só com a capa mas com todo o restante "design" do projecto.

sábado, março 24, 2012

Atirador de Toulouse

Mohamed Merah, suspeito de na passada semana ter roubado a vida a sete pessoas e que morreu com um tiro na cabeça, após 32 horas de cerco policial ao apartamento onde se encontrava, planeava ir ao Rock in Rio com o Continente.

Mas, como eu dizia, levou um tiro na cabeça...
É daquelas coisas, ás tantas fizeram-lhe um favor.

Uma semana depois


Correu muitíssimo bem, aquela que foi a estreia dos "Preciso de sair às nove e meia".
Numa escala de 1 a 300 mil, estivemos completamente lá. E "lá" só ficou a faltar uma lata de leite condensado, porque então aí... tinha-a comido no fim. No fim, só. Mas com calma, colherada após colherada, vocês sabem.

Não tivessem morrido as máquinas, hoje tínhamos uma genial foto do grupo, a ver se não nos esquecemos disso na próxima vez. Fica já aqui apontado para a próxima vez.

E fica também o enorme agradecimento a todos os que estiveram presentes. Muito muito obrigado :)
Se tivessem levado uma lata de leite condensado então...

quinta-feira, março 15, 2012

Sábado, 17


Será, portanto, como no IP3: ou passamos sem problemas ou vai ser um espectáculo terrível...

Sábado, dia 17, pelas 22:30 no Restaurante Don Formaggio, ao Estoril.
E se é para partir, é para partir :)